Texto e foto por Renato Cavalcanti
| Parada do Orgulho LGBT 2014, Buenos Aires |
TRANSAMERICA
Bree Osbourne mora em Los Angeles e economiza o quanto pode para fazer a última cirurgia de readequação sexual. Uma semana antes da operação, ela recebe um telefonema de Toby, um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree percebe que ele foi fruto de um antigo relacionamento seu. Ela, então, viaja para Nova Iorque para encontrar o garoto. Num verdadeiro road movie, Bree e o filho iniciam a viagem de volta para Los Angeles e, no caminho, muita coisa acontece.
Mary Griffith é uma cristã que segue à risca os ensinamentos conservadores da Igreja Presbiteriana. Bobby, um dos seus filhos, conta ao irmão mais velho que é gay, o que muda a vida da família inteira quando Mary descobre. Ela passa a submetê-lo a terapias com o intuito de “curá-lo”. Porém, Bobby não suporta a pressão e se atira de uma ponte, suicidando-se aos dezoito anos de idade. Depois disso, Mary descobre um diário de Bobby e passa a entender o que realmente se passava na mente dele. Ela passa a rever os seus preconceitos e se torna uma ativista dos direitos dos homossexuais.
O cenário do filme é Recife, em 1978. Liderados por Clécio Wanderley, um grupo de artistas da trupe teatral Chão de Estrelas provoca a moral e os bons costumes pregados pela ditadura militar, realizando espetáculos de resistência política com muito deboche, anarquia e subversão. É quando Clécio conhece Fininha, o soldado Arlindo Araújo, um garoto de 18 anos. É neste encontro de mundos que eles iniciam um relacionamento onde precisam lidar com a liberdade dos palcos e a repressão da ditatura.










